• Entre e seja bem-vinda

    A Universidade Livre Feminista Antirracista é uma comunidade feminista, antirracista, decolonial de aprendizagem, pesquisa, compartilhamento de conhecimentos, artes e culturas, de cuidados e autocuidado, de trocas e construção de estratégias para a sustentação da vida das mulheres e seus territórios. 

    Nos primeiros 15 anos de criação, vivenciamos experiências e aprendizados variados e coletivos, a Universidade Livre agora quer para dar um salto em sua organização, institucionalidade, alcance e proposta educativa. A Universidade Livre Feminista Antirracista – ULFA se organiza como uma Ação Coletiva Educativa Global de Diálogo, Trocas e Fortalecimento das Redes Feministas, Movimentos de Mulheres, Fóruns Regionais de Mulheres Negras, com abrangência nos países de língua portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tome e Príncipe e Timor-Leste) e em regiões e países nos quais a ULFA tem ligações participando de redes/articulações de projetos similares.

    Você, sua organização, movimento ou coletivo podem participar da ULFA. Estamos em construção, organizando nossos processos e nossa institucionalidade, criando os grupos de coordenação e abrindo espaços de colaboração mútua, desenvolvimento de projetos criativos e abrigando propostas feministas. Caso se interesse, entre em contato com a gente por meio do endereço de email: universidade@ulfa.org.br

    PARA 2025 as áreas e ações prioritárias da ULFA são: 1) servir de instrumento didático e também apoiar o seguimento das ações dos Territórios de Cuidado, Luta e Sustentação da Vida no desenvolvimento dos Laboratórios Organizacionais Feministas para a Sustentação da Vida de Salvador (BA) e Distrito Federal (DF); e 2) dar continuidade ao processo de construção da ULFA nas relações entre os feminismos e movimentos de mulheres no Brasil e países de língua portuguesa

     





Avisos do site

Laboratório Feminista do DF e Entorno inicia nova etapa em 2 de fevereiro

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Na segunda-feira (2/2) terá início a nova etapa do Laboratório Organizacional Feminista para a Sustentação da Vida do DF 2026, uma iniciativa em parceria do Cfemea e do Movimento de Trabalhadoras e Trabalhadores sem Terra (MST - Setor de Gênero do DF/GO/MG).

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As etapas anteriores ocorreram no segundo semestre de 2025, quando o Cfemea e o MST construíram a parceria, estabeleceram os marcos e acordos para a construção de uma coordenação conjunta, definiram as prioridades para as inscrições, os objetivos e também foram ajustando o projeto, em função da logística, dos recursos financeiros disponíveis e respeitando as características das participantes.

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Jornada de autocuidado e cuidado coletivo realizada nos dias 6, 7 e 8 de outubro de 2025 no Centro Gabriela Monteiro

 

Em outubro, foi realizada a primeira Jornada de Cuidado e Autocuidado Coletivo em um processo de três dias que reuniu as mulheres dos acampamentos e assentamentos que haviam demonstrado interesse em participar do Laboratório Feminista. Foram dias intensos, com a ocupação do espaço do Centro de Formação em Agroecologia Gabriela Monteiro, na região de Brazlândia (DF). Esse processo foi essencial para reforçar os laços e dar uma boa ajustada nas expectativas, preparando a caminhada para a etapa presencial prevista para o mês de fevereiro de 2026.

Depois, a coordenação passou a realizar reuniões em todos os acampamentos escolhidos para fazerem parte do Laboratório. Em geral foram realizadas pelo menos duas reuniões por acampamento. A primeira, iniciada com um processo de autocuidado e cuidado coletivo, teve como objetivo deixar mais nítidos os princípios do Laboratório Feminista, o tempo de duração e os compromissos das mulheres que desejassem se inscrever. A segunda reunião foi realizada para conversar sobre a importância, hoje em dia, de se dominar os instrumentos digitais e vencer as barreiras da desigualdade social que recria no terreno da informática o analfabetismo que ainda restringe muito a caminhada das classes oprimidas e exploradas.

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Mobilização de mulheres camponesas e sem terra no Acampamento Keno em Goiás - novembro de 2025

 

Em meio a essas atividades, a coordenação do Laboratório Feminista obteve o apoio da deputada federal Erika Kokay (PT-DF), que destinou uma emenda parlamentar no valor de R$ 120.000,00 para garantir parte importante da alimentação das participantes do Laboratório no mês de fevereiro e a contratação de duas consultorias pedagógicas. Essa Emenda foi destinada ao Ministério das Mulheres, que firmou um Termo de Fomento em dezembro. A estimativa de gastos desse Laboratório é de aproximadamente R$ 600.000,00, estando o Cfemea arcando com o restante.

Durante os meses de outubro de 2025 a janeiro de 2026, a equipe do Cfemea esteve trabalhando na elaboração dos conteúdos e na metodologia, servindo-se da experiência do Laboratório de Salvador (foto a seguir) realizado durante todo o ano de 2025, de várias discussões e estudos e trocas com as companheiras do MST.

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Participantes do Laboratório Organizacional Feminista para a Sustentação da Vida - Região Metropolitana de Salvador - 2025

 

Agora, no mês de fevereiro será realizada a etapa presencial, concentrada, do Laboratório Feminista, quando as participantes estarão reunidas e trabalhando de segunda a sábado, no Centro de Formação Gabriela Monteiro, do MST, organizadas em Comissões, decidindo, aprendendo e ensinando, realizando trocas de saberes, afetos e experiências, resolvendo as tensões e dificuldades, na forma de uma Cooperativa. Serão realizadas Trilhas Formativas, serão experimentadas formas coletivas de trabalho e formuladas e acordadas as atividades que serão desenvolvidas na Etapa Híbrida (março e abril) e o momento Pós-Laboratório, de abril a outubro de 2026.

Essa jornada ainda vai longe, todas estão animadas, cheias de vontade de enfrentar, juntas, os desafios.

 

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Cfemea e MST mobilizaram mulheres do DF e Goiás neste final de semana

by Administradora Usuária -
 
Em continuidade ao processo de organização do Laboratório Organizacional Feminista para a Sustentação da Vida do DF e Entorno, na última sexta-feira (31/10) e sábado (1/11) foram realizadas Rodas de Conversa e mobilizações no assentamento Canaã em Brazlândia/DF e no acampamento (Valmir Mota) Keno, em Água Fria/Goiás.
 
 Cfemea - 3/11/2025
 
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O Cfemea e o MST (do DF, Goiás e Noroeste de MG) estão programando realizar a partir de fevereiro de 2026 o primeiro Laboratório Organizacional Feminista do DF. E para tanto, realizaram no início de outubro, na forma de uma Jornada de Autocuidado e Cuidado Coletivo, o processo de mobilização das mulheres de acampamentos e assentamentos da região. Deu tanto certo que acabamos transformando essa mobilização em uma etapa fundamental do Laboratório. E parte desse processo está sendo revisitar todos os territórios (acampamentos e assentamentos) e trabalhar com as mulheres os conceitos que iremos aprofundar no Laboratório e criar dinâmicas que auxiliem a conhecer quem vai participar e fazer-lhes conhecer um pouco mais da metodologia de organização coletiva de alternativas econômicas que unem a luta e o cuidado.
 
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Neste fim de semana houve uma rodada de mobilização para o Laboratório Organizacional Feminista para a Sustentação da Vida do Distrito Federal e Entorno do Centro Feminista de Estudos e Assessoria - Cfemea e do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra - MST em dois territórios. Na sexta-feira, dia 31 de outubro de 2025, foi realizada uma roda de autocuidado e cuidado coletivo no Assentamento Canaã, em Brazlândia - DF onde as mulheres puderam expressar seus sonhos e seus futuros passos rumo às alternativas coletivas que querem construir.
 
No sábado, dia 1° de novembro de 2025, aconteceu mais uma roda de cuidados e dialogos de aprofundamento na experiência do Laboratório no Acampamento Keno, em Água Fria de Goiás - GO. As mulheres compartilharam seus sonhos na luta pela terra e teceram passos coletivos por meio dos quais se fortalecerem e se manterem unidas.
 
A parceria do Cfemea com o MST no Laboratório visa animar processos organizativos para as mulherem sustentarem a vida nos seus territórios, fomentando trabalho coletivo, cooperativado e de autocuidado e cuidado coletivo.
 
É um processo que está trazendo grandes desafios ao Cfemea e ao MST. Desafios de toda ordem, tanto em aspectos metodológicos, como logísticos e financeiros. Mas a vontade de acertar é muito grande.
 
 

Cfemea-MST: Mulheres de acampamentos e assentamentos do Distrito Federal iniciam etapa de cuidado coletivo

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LEIA MAIS EM

Primeiro dia

Segundo dia

Terceiro dia

 

Preparação do Laboratório do DF - jornada de autocuidado e cuidado coletivo

Começou hoje, 6/10, uma nova etapa da preparação do Laboratório Orgnizacional Feminista para a Sustentação da Vida no DF. 

s participantes são mulheres ativistas e militantes do Movimento das Trabalhadoras e dos Trabalhadores Sem Terra da região do Distrito Federal, Minas Gerais e Goiás (do entorno do DF), acampadas e assentadas.

A coordenação está sendo responsabilidade de uma equipe do Cfemea e companheiras do Setor de Gênero do MST.

Nesses três dias (6, 7 e 8) as mulheres que se inscreveram participarão de uma jornada de cuidado coletivo e auto cuidado entre ativistas e debaterão a metodologia que vai ser usada no Laboratório.

No dia 2 de fevereiro de 2026 começará a parte “laboratorial” em três etapas, a primeira presencial de aproximadamente um mês, a segunda etapa será híbrida, parte virtual (online) e parte presencial com pequenos grupos locais, a terceira etapa, ao final, será presencial de aproximadamente dez dias. Mas não acaba aí.

Após o Laboratório, as mulheres, que se organizarem em propostas de formação de cooperativas ou empresas coletivas, vão participar de processos de aprendizado e trocas por oito meses para criar suas iniciativas. Durante essa etapa, em conformidade com o que elas forem decidindo sobre a iniciativa econômica que desejarem criar, vão ser oferecidos cursos, processos de mentoria, assessoramentos técnicos e jurídicos e etapas de incubação de empresas.

Nesse Laboratório Organizacional Feminista para a Sustentação da Vida está sendo dada preferência às mulheres de acampamentos do MST e assentamentos mais próximos do Centro de Formação em Agroecologia Gabriela Monteiro.

Participarão também mulheres de Goiás e Minas Gerais, para aprenderem o processo e a metodologia, para poderem ajudar na realização de outros Laboratórios que pretendemos realizar nesses estados.

Início do Laboratório Cfemea-MST

Como iniciou

O Cfemea se articulou com os setoriais de Gênero e de Direitos Humanos do Movimento das Trabalhadoras e Trabalhadores Sem Terra na Regional da Ride DF (Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno), que envolve 30 municípios de Minas Gerais e de Goiás no Entorno do Distrito Federal, para criar de forma conjulgada e colaborativa uma experiência de promoção da autonomia econômica das mulheres que participam de acampamentos e assentamentos na região. Especialmente no DF, em Flôres de Goiás e em Buritis (MG).

Foi criada uma coordenação para estudar as melhores formas de gerar essa experiência e ao longo de dois meses o projeto foi tomenda forma.

Como os recursos própios do Cfemea são limitados, ao longo das discussões foi-se limitando a área geográfica e o número de acampamentos e assentamentos participantes do primeiro Laboratório a se realizar. Serão inscritas entre 60 e 70 mulheres e se dará preferência àquelas que estão acampadas ou assentadas nas proximidades do Centro de Formação Popular Agroecológica Gabriela Monteiro (perto de Brazlândia-DF). Mas também participarão dois grupos de cinco mulheres de Flôres de Goiás e Buritis, para que essas possam começar a se preparar para serem também multiplicadoras da metodologia.

Preparar o local

Próximos passos

Inicialmente planejado para começar em 7 de outubro, o Laboratório propriamente dito foi transferido para começar em 2 de fevereiro de 2026, para que se possa organizar de forma cuidadosa a seleção das participantes e buscar os meios mais adequados para que elas possam participar sabendo que vão conseguir cumprir a jornada integral. Afinal, as que estiverem interessadas em participar, farão uma jornada de um ano. Será um processo longo de aprendizados, de experiência e vivência. As participantes contarão com apoio de transporte e alimentação e uma bolsa de R$ 400,00 por mês no período híbrido do laboratório e ajuda para acesso à internet.

O Cfemea investiu na adequação das instalações do Centro de Formação Popular em Agroecologia Gabriela Monteiro (água, luz, internet, infraestrutura - telhado e tanques - e higienização de colchões e cadeiras, e materiais e equipamentos de cozinha) e em dois mutirões com a participação de companheiros e companheiras do MST da região, foi feito o aceiro e a limpeza do terreno e pintura.

No período que se inicia hoje (6/10) até 2/2/2026, serão realizadas novas reuniões nos acampamentos e assentamentos, organizadas rodas de autocuidado e cuidado coletivo, verificadas as condições de cada uma para participar e, também, aprofundados os processos de planejamento de todas as atividades de organização e de formação do Laboratório, incluindo a preparação do ambiente digital da plataforma da Universidade Livre Feminista Antirracista, que será utilizada pelas participantes do Laboratório.

 

O Sol nasce no Centro de Formação Gabriela Monteiro

Introdução à Base Conceitual do Artesanato Brasileiro

by Administradora Usuária -
Imagem escrito "qualifique-se no artesanato brasileiro"
 

Já estão abertas as inscrições para o microcurso Introdução à Base Conceitual do Artesanato Brasileiro!

Totalmente gratuito e online, o curso é uma iniciativa do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), por meio do PAB Qualifica, em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG). O curso objetiva orientar profissionais acerca dos principais conceitos e diretrizes, de forma a contribuir para o nivelamento e padronização do conhecimento sobre a Base Conceitual do Artesanato Brasileiro.

Veja, a seguir, mais detalhes sobre a capacitação e sobre como realizar a matrícula.

Como se matricular?

Para se inscrever, preencha o formulário de pré-matrícula. Após a conferência dos seus dados, você receberá por e-mail a confirmação e as instruções de acesso ao curso.

Para quem é este microcurso?

Este curso é indicado para todos que desejam aprofundar seus conhecimentos sobre a Base Conceitual do Artesanato Brasileiro. Público-alvo:

  • Artesãos e artesãs
  • Coordenadores e técnicos estaduais de artesanato
  • Profissionais interessados na temática
  • Público em geral com interesse em atividade artesanal

Como funciona o microcurso?

  • Formato: ensino a distância (100% on-line).
  • Modalidade: autoinstrucional. O participante estuda no próprio ritmo, desenvolvendo as atividades de forma autônoma, seguindo instruções, sem o apoio de um tutor ou professor.
  • Ambiente de Aprendizagem: plataforma dinâmica e intuitiva, organizada de forma a possibilitar ao aluno navegar pelos conteúdos oferecidos de maneira prática e eficiente.
  • Carga-horária: 20 horas.
  • Recursos didáticos: e-book, videoaulas, infográficos, podcasts, palavras-cruzadas, quiz, dentre outros.
  • Certificado: emitido pela Universidade Federal de Goiás após conclusão.

O que você vai aprender ao realizar este microcurso?

O curso está dividido em 5 unidades temáticas:

Unidade 1 – O Programa do Artesanato Brasileiro (PAB)

Unidade 2 – O Artesão, o Artesanato e a Atividade Artesanal

Unidade 3 – Conhecendo os atores da Atividade Artesanal

Unidade 4 – Produção Artesanal, sua organização e classificação

Unidade 5 – O Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro e a Carteira Nacional do Artesão

Sobre a iniciativa

Este microcurso é promovido pelo PAB Qualifica, projeto de qualificação do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), vinculado à Secretaria Nacional do Artesanato e do Microempreendedor Individual (SAMI), do Ministério do Empreendedorismo (MEMP). A iniciativa conta com a parceria da Universidade Federal de Goiás, por meio do Laboratório de Pesquisa em Empreendedorismo e Inovação (Lapei).

 

TV Kirimurê esteve presente na solenidade do Laboratório Feminista de Salvador

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O Laboratório na Bahia foi dividido em duas etapas iniciais: uma de 18 dias intensivos presenciais e outra de 42 dias híbridos (online e presenciais). A partir de agora, os grupos que decidirem formar suas iniciativas econômicas receberão um acompanhamento de 8 meses. Assista a TV Kirimurê em

 

 

 seta rosa

SAIBA MAIS

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e já que você está aqui, aproveite e assista também os programas Conversa de Preta da Dina Lopes, onde ela entrevista personalidades importantes ...

Assista em 

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